Renda Mensal e Retiradas
Aplique um valor, escolha o investimento e veja o rendimento mensal. Depois simule até 3 retiradas ou aportes por mês e descubra se o dinheiro cresce, se mantém ou em que data acaba — com IR e inflação.
E se todo mês eu…
Compare até 3 cenários — pode misturar retirada com aporte e até testar a mesma vida em outra aplicação.
Antes de começar, vou juntar mais um tempo
Para quem ainda está na fase de juntar: aporte por alguns anos e os cenários abaixo começam a valer depois disso.
Por que acaba mesmo retirando "só o rendimento"? Porque com a correção ligada a retirada aumenta todo mês com a inflação, enquanto o rendimento continua proporcional ao saldo — logo a retirada passa a ser maior do que ele e o principal começa a ceder. Desmarque a correção para ver a versão em reais constantes (que parece melhor, mas compra cada vez menos).
Taxas usadas na simulação
Carregando as taxas de hoje do Banco Central…
Os números de cada cenário
| Cenário | Total aportado | Total retirado | IR pago | Saldo no fim |
|---|
Somas dentro do horizonte do gráfico. O total retirado é o que chega ao bolso, já sem IR.
Ver o saldo ano a ano
O link compartilhado vai limpo, sem os seus valores — quem abrir digita os próprios. 🔒
A pergunta certa não é "quanto rende" — é "o que acontece depois"
Todo mundo sabe perguntar quanto R$ 100 mil rendem por mês. A pergunta que muda a vida é a seguinte: se eu retirar R$ 900, R$ 1.000 ou R$ 1.200 por mês, o que acontece com o meu dinheiro? A resposta tem só três finais possíveis — o patrimônio cresce para sempre, fica estável, ou acaba numa data que dá para marcar no calendário. Este simulador mostra qual é o seu final, e o gráfico compara os três cenários de uma vez.
Duas fases de vida na mesma simulação
Quase ninguém está exatamente no dia de começar a retirar. O mais comum é estar juntando — e querer saber que renda isso vai comprar lá na frente. Abrindo o bloco "Antes de começar, vou juntar mais um tempo", a simulação passa a ter duas fases: aportes por N anos e, depois, as retiradas de cada cenário. O gráfico marca a virada, e os botões de atalho já mostram quanto o patrimônio acumulado permitiria retirar — inclusive o valor sustentável, que é a resposta para "quando eu posso parar de trabalhar com isso".
As duas mordidas silenciosas: IR e inflação
Duas coisas separam a conta de padaria da conta certa. A primeira é o Imposto de Renda: em CDB e Tesouro, cada resgate paga IR sobre a parcela de rendimento (de 22,5% a 15%, caindo com o tempo) — para receber R$ 1.000 líquidos, o resgate é um pouco maior. A segunda é a inflação: retirar todo mês o mesmo valor em reais parece seguro, mas com IPCA de 4,5% ao ano o mesmo dinheiro compra metade em ~16 anos. Marque a opção de corrigir pela inflação para ver a versão honesta da simulação.
É por isso que o cartão "retirada sustentável" costuma mostrar um valor menor do que o rendimento do mês: ele já reserva a parte do rendimento necessária para o saldo acompanhar a inflação e desconta o IR — é o valor que você pode retirar para sempre sem empobrecer.
Simulação educativa com taxas constantes (CDI, Selic e IPCA de hoje, editáveis). O relógio do IR regressivo é simplificado (conta desde a aplicação inicial) e não consideramos IOF, taxa de custódia do Tesouro, carência de LCI/LCA nem o risco de cada emissor. Não é recomendação de investimento.
Perguntas frequentes
Se eu retirar exatamente o que rende, por que o dinheiro acaba?
Sem correção pela inflação, não acaba: o saldo fica parado no mesmo número em reais — só que a inflação corrói o que ele compra (com IPCA de 4,5% ao ano, a mesma retirada compra a metade em 16 anos). Com a correção ligada, a retirada aumenta todo mês para manter o poder de compra, passa a superar o rendimento e o principal começa a ceder — aí existe uma data em que o dinheiro acaba, e o simulador mostra qual. O valor que dura para sempre com poder de compra preservado é o do cartão "retirada sustentável".
Por que a retirada líquida custa mais do que o valor que eu recebo?
Em CDB e Tesouro Direto, cada resgate paga Imposto de Renda sobre a parcela de rendimento, com alíquota regressiva (22,5% até 6 meses, caindo até 15% após 2 anos). Para colocar R$ 1.000 no bolso, o resgate bruto precisa ser um pouco maior. LCI, LCA e poupança são isentas.
Dá para simular juntar agora e retirar só daqui a alguns anos?
Sim — é o bloco "Antes de começar, vou juntar mais um tempo". Você informa o aporte mensal e por quantos anos; a simulação acumula esse período e só depois aplica as retiradas de cada cenário. O gráfico marca a virada com uma linha tracejada, e os botões de atalho passam a mostrar quanto o patrimônio acumulado permitiria retirar.
Qual investimento o simulador considera?
Você escolhe: CDB (percentual do CDI), LCI/LCA (percentual do CDI, sem IR), Tesouro Selic, Tesouro IPCA+ (inflação mais a taxa contratada) ou poupança (regra oficial: 0,5% ao mês quando a Selic passa de 8,5% ao ano). As taxas do dia vêm do Banco Central e você pode editá-las.
Posso confiar nessa projeção para me aposentar?
Use como ordem de grandeza, não como promessa. A simulação assume taxas constantes — na vida real CDI, Selic e IPCA mudam todo ano. Ela também simplifica o relógio do IR (conta o tempo desde a aplicação inicial) e ignora taxa de custódia e IOF. Para decisões grandes, procure um profissional.