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Taxa Selic: hoje e a história completa

Cada degrau do gráfico é uma decisão do Copom. Os dados vêm da série oficial do Banco Central e se atualizam sozinhos.

Selic hoje (meta)
Ciclo atual
Próxima reunião do Copom

Carregando o histórico da Selic no Banco Central…

O gráfico da Selic

Selic (meta) Juro real (Selic − IPCA 12m)

💡 Clique em qualquer ponto do gráfico para simular quanto renderia um investimento feito naquele mês, com as taxas que realmente aconteceram de lá até hoje.

A linha do juro real desconta a inflação acumulada em 12 meses: é o que a Selic rendia de verdade. Quando ela fica perto de zero — como em 2020/2021 —, aplicar na taxa básica era só empatar com os preços.

A Selic fica parada entre as reuniões e salta quando o Copom decide — por isso o traçado é em degraus, e não uma curva. As datas são as de vigência: a taxa nova passa a valer no dia útil seguinte ao anúncio.

O que a Selic de hoje faz com o seu dinheiro

Rendimento por mês (CDB 100% do CDI, com IR)
Se o Copom cortar 0,5 p.p.

Faça a conta com os seus valores no simulador de renda mensal, veja o que já rendeu no passado em "E se eu tivesse investido?" ou compare aplicações no comparador.

Todas as decisões do Copom

Passou a valer em Decisão Nova Selic

Calendário do Copom em 2026

Reunião Dias O que aconteceu

Calendário oficial do Banco Central, conferido em 09/08/2026 — ver no BCB. O comitê se reúne oito vezes por ano, sempre em terça e quarta; a decisão sai na noite de quarta.

Por que a Selic mexe com você mesmo sem aparecer no extrato

A Selic é a taxa básica da economia: o juro que o governo paga para tomar dinheiro emprestado por um dia. Ninguém investe "na Selic" diretamente, mas ela é o piso a partir do qual todo o resto é precificado. O CDI cola nela; o seu CDB é anunciado como percentual do CDI; o juro do financiamento e o do cheque especial partem dela e sobem conforme o risco.

Quando o Copom sobe a Selic, a intenção é frear a inflação: poupar fica mais atraente, tomar emprestado fica mais caro, o consumo desacelera e os preços param de correr. Quando corta, é o inverso — estimula crédito e consumo. É por isso que cada reunião vira manchete: o número muda o custo do dinheiro do país inteiro.

Como ler o gráfico

Os degraus longos são períodos de estabilidade — o Copom se reuniu e decidiu não mexer. Os lances de escada seguidos são os ciclos: sequências de altas ou de cortes na mesma direção, que costumam durar de um a dois anos. Os extremos da série contam a história econômica do país: os 45% de 1999, os 2% da pandemia em 2020, e o aperto que veio depois.

Fonte: série 432 (meta Selic) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central, com cache de algumas horas, mais o calendário oficial de reuniões. Conteúdo informativo — não é recomendação de investimento e não trazemos previsões sobre as próximas decisões.

Perguntas frequentes

Quando é a próxima reunião do Copom?

O Copom se reúne oito vezes por ano, sempre em terça e quarta-feira, e a decisão sobre a Selic sai na noite de quarta. As reuniões de 2026: 27/01 e 28/01/2026; 17/03 e 18/03/2026; 28/04 e 29/04/2026; 16/06 e 17/06/2026; 04/08 e 05/08/2026; 15/09 e 16/09/2026; 03/11 e 04/11/2026; 08/12 e 09/12/2026. A página acima mostra a contagem regressiva para a próxima.

O que é o Copom e o que ele decide?

É o Comitê de Política Monetária do Banco Central. A cada 45 dias ele define a meta da taxa Selic, o juro básico da economia — a taxa que serve de piso para todos os empréstimos, financiamentos e investimentos de renda fixa do país. Subir a Selic freia a inflação; cortar estimula a economia.

Qual foi a maior e a menor Selic da história?

Na série da meta Selic (que começa em março de 1999), o maior patamar foi 45% ao ano, no início da série, e o menor foi 2% ao ano, entre agosto de 2020 e março de 2021, durante a pandemia. O gráfico da página mostra todos os degraus entre um extremo e outro.

Selic alta significa que investir rende mais?

Em reais, sim — CDBs, Tesouro Selic e afins acompanham a taxa. Mas o que importa é o juro real: a Selic descontada da inflação. Em 2020 e 2021 a Selic de 2% perdia da inflação (juro real negativo): quem aplicava empatava ou perdia poder de compra. A linha azul do gráfico mostra esse juro real mês a mês.